A Coopar/Pomerano

A COOPAR, nos últimos anos teve uma expansão e desenvolvimento muito significativa, Graças a uma Gestão muito focada na segurança financeira e econômica de cada passo que foi dado pela Cooperativa. Muitas Cooperativas neste mesmo período não tiveram o mesmo desempenho, muitas tiveram momentos difíceis e outras até mesmo experimentaram a liquidação!
Funcionários totais: Diretos = 151
Indiretos (Prestadores de Serviços) = 70

Área atual de abrangência:
São Lourenço do Sul, Pelotas, Rio Grande, Turuçu, Canguçu, Arroio do Padre, Cristal, Camaquã, Capão do Leão, Morro Redondo, Piratini, Cerrito, Dom Feliciano e Chuvisca.

Suporte ao associado:
– Na Matriz fica o setor administrativo da Cooperativa, setor técnico e uma das unidades de varejo a outra está localizada junto a filial da Picada Esperança.
– Sanidade melhor e preço: o produtor que obtém os laudos de sanidade animal, livre da brucelose e da tuberculose, recebe incremento no valor pago pelo litro, gerando uma bonificação sob a qualidade do leite.
– Melhoramento genético: a Coopar também aposta no melhoramento genético, trabalha e incentiva a seleção de touros adequados a realidade da região, com condições facilitadas.
– Duas fábricas de laticínios que entregam ao mercado os produtos Pomerano.
– A primeira, com capacidade para industrializar 30 mil litros de leite por dia, está localizada no interior do município, no distrito de Boa Vista, lá são fabricados os queijos lanche, colonial e gouda, nata e doce de leite (ESTE QUE ACABA DE SER ELEITO UM DOS MELHORES DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – MEDALHA DE PRATA, NO 29º FESTIQUEIJO), em concurso promovido pela ( Associação Gaúcha de Laticinistas e Laticínios), juntamente com a APIL e SINDILAT na cidade serrana gaúcha de Carlos Barbosa.
– A segunda, que tem industrializado uma média de 100 mil litros de leite, está situada junto à BR-116. Equipada com tecnologia italiana, a fábrica produz: bebida láctea, nata, requeijão e queijo mussarela (que também ACABA DE SER ELEITO UM DOS MELHORES DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – MEDALHA DE PRATA, NO 29º FESTIQUEIJO.

Os produtos COOPAR/POMERANO, já estão em mais de 100 (cem) municípios do RS, e vários municípios do RJ e SP.
– Funcionários Indústrias: 82 (entre as duas unidades)
– Frota própria de caminhões Indústria: 6 veículos

Em crescimento
Hoje são 1.200 produtores de leite
Em 2001, a captação era de apenas cinco mil litros, por dia, industrializados na unidade da Boa Vista.
Até o segundo semestre de 2018, a produção deve atingir os 200 mil litros de leite, por dia, atualmente, o plantel é de aproximadamente 20 mil animais; entre 12 e 14 mil em ordenha.
– Duas unidades para secagem e armazenagem de grãos: uma localizada junto a Matriz e outra junto a filial, estruturas ajudam na negociação de preços melhores, já que com a possibilidade de estocar a produção, os agricultores podem aguardar o melhor momento de vender os grãos; em geral soja, milho. Não raro, os compradores são os próprios associados, principalmente com relação ao milho, utilizado na alimentação dos animais. Totalizando uma capacidade de 11 mil toneladas nas duas unidades
– Posto de combustíveis: duas unidades instaladas no interior, nas localidades de Boa Vista próximo à indústria matriz e na Picada Esperança junto a filial, trazem benefícios aos associados, principalmente no quesito logístico, já que nas proximidades não existem outros postos. Os preços não são diferenciados aos associados, mas costumam ser competitivos à clientela em geral.
– Orientação técnica: o repasse de fertilizantes e de sementes para o plantio de pastagens também faz parte do suporte disponibilizado pela Coopar. Além, claro, de assistência de médico veterinário.
– Braços Operacionais além da região: Taquara: Onde o leite UHT integral é industrializado, Região Metropolitana de Porto Alegre, e volta para comercialização na Zona Sul. A matéria-prima, entretanto, é da região sul.
Teutônia: o soro é vendido para a cidade de Teutônia, na região Central do Estado. Com uma única cartada, a Cooperativa coloca valor comercial no resíduo e ainda evita de ter de investir em um sistema para destinação correta do material, conforme a legislação ambiental – explica o gerente de Laticínios, Fábio Bender. Em Teutônia, o soro transforma-se em composição láctea e ainda ganha a versão em pó.